Karma is a Bitch [ou como fazer com que eu me lembrasse de terminar este post!]


Podia vir só falar-vos da manhã divertida que passámos na semana antes do Natal, no Zoo de Lisboa a convite da Rowenta. Mas primeiro tenho que me lamentar. A verdade é que já tinha este post começado há bastante tempo mas não havia meio de o terminar. Ora acontece que "karma is a bitch" e como eu não acabava o post nunca mais, arranjou facilmente uma forma de me lembrar avariando-me o aspirador vertical que tenho na cozinha! Depois de ter deixado fugir uns quantos impropérios, de me lamentar sobre como é que ia dar conta do areão que os gatos espalham ou das migalhas que os miúdos deixam debaixo da mesa, recordei-me que nesta manhã, em que se a sorte estivesse do meu lado, tinha ganho um aspirador vertical ainda mais xpto do que o que agora se finou. [de uma marca da concorrência, claro!]


Mas, desgraças à parte, nesta manhã o objectivo era mesmo conhecer a nova campanha da Rowenta com as personagens da divertida saga da Idade do Gelo, que aproveita a obsessão de Scrat pela bolota para reforçar as principais características dos novos aspiradores que aliam a avançada tecnologia à elevada performance. No 5.º filme da saga Scrat vai literalmente até ao espaço atrás da sua bolota. Mas além da série de eventos cósmicos que transformam e ameaçam a Era do Gelo, o esquilo tem pela frente um novo obstáculo, os aspiradores Rowenta que o impedem de alcançar a tão desejada bolota.

Aspiradores com saco, aspiradores sem saco e aspiradores verticais são as soluções apresentadas pela marca na campanha que arrancou em Novembro, assinalando o lançamento em Portugal do DVD A Idade do Gelo – Big Bang. Para nós, o eleito é sem dúvida o modelo vertical, embora os meus filhos quisessem mesmo era aspirar, fosse com que modelo fosse!


Depois de assistirmos ao divertido filme, lá foram os dois colaborar no sorteio, mas não tiraram o papelinho com o nosso nome! As três vencedoras foram para casa felizes da vida com a nova aquisição, e nós não nos importámos nada porque realmente não era coisa que nos fizesse falta! [Mas sabíamos que o nosso ia morrer!]

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