Como devemos fazer as contas!

 

O que mais se ouve por aí nos dias de hoje, é que treinar sai caro. Depois da desculpa mais universalmente utilizada, a da falta de tempo, a segunda a ser utilizada, é a do preços dos ginásios.


Hoje, depois do treino, enquanto tomava duche, ouvi uma conversa entre duas outras senhoras no balneário. Uma queixava-se sobre o preço da mensalidade a somar ao preço do PT [que obviamente fazia por opção] e do quanto saía caro tentar estar em boa forma física [embora, e agora vou ser muito mázinha, estar em forma física não era de todo o forte da protagonista da conversa]. 

A outra, por sua vez, argumentava que ela não tinha feito bem as contas. Dizia-lhe para somar o valor que está a pagar por mês para treinar, e partindo do pressuposto que ia treinar três vezes por semana, estimar o custo em água e gás que teria em casa com mais três banhos por semana, que deveria ser deduzido ao total que gastava por mês no ginásio. 


Com este valor mensal, bastava dividir pelo número de horas que passa efectivamente no ginásio, contabilizando apenas o tempo de treino efectivo sem contar com o antes e o depois e obter o preço/hora do seu treino.

Defendia esta senhora, que assim, ia perceber que afinal não lhe estava a sair assim tão caro treinar!

Eu defendo que para além destas contas, devemos estimar o custo da deslocação para o ginásio, mas acima de tudo, o custo que teremos na nossa saúde se não treinarmos! O excesso de peso, a falta de massa muscular de suporte, e todas as complicações que isso pode implicar na nossa saúde! Concordam comigo?


Pedro Pascoal, ficas a saber que és o primeiro a conseguir que eu vá a correr ao ginásio à hora de almoço, cheia de dores do treino de ontem e com dor de cabeça, para treinar! E o melhor, é que a dor de cabeça passou! Já as musculares...

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