O que fazer para gerir isto?

Desde já umas semanas para cá, tenho uma dificuldade de gestão de comportamento com o Daniel! São duas questões distintas, que não sei como gerir, nem como fazer mudar. 

1. Quando contrariado, ou por vezes apenas quando está chateado com alguma coisa, o Daniel dá cabeçadas no chão! Magoa-se, claro! Anda sempre com galos e nódoas negras na testa,chora desalmadamente, mas não pára de o fazer!

2. Em situações aleatórias, o Daniel resolve dar chapadas (bem assentes) em quem estiver próximo! Às vezes somos nós pais os alvos, e até já voaram óculos. Outras vezes são os gatos, que em vez de se chatearem, felizmente, e até à data, preferem mudar de sítio. Namaioria das vezes é a Carolina, que leva meia dúzia de chapadas de seguida, fica super infeliz a chorar e vem ter conosco a pedir auxílio. 

Em qualquer das situações, já tentei que ele perceba que não deve fazer. Porque se magoa a ele, porque magoa o alvo das chapadas...digo que não faça, que fez doidos à mana... Quando se ri e me dizer olá (o que ele faz sempre que o meu tom de voz se altera), fico séria e digo que não me estou a rir e que estou triste com ele, mas nada resulta!

Alguém tem estratégias para me sugerir?

5 comentários:

Patrícia Nunes disse...

O Ricardo teve uma altura que gostava de bater e morder, quando me zangava com ele começava a rir ou tentar fazer o mesmo.
As vezes levava uma palmada na fralda e também explicava que não devia fazer isso.
Tens que ter paciência é uma fase, um dia destes a Carolina vingança e talvez ele aprende a não bater

Lena disse...

Não há receitas mágicas!
Quanto a bater com a cabeça, ignora mesmo, tenta por-lhe algo fofo por baixo e sai dali! Se isso for apenas para chamar a atenção vai durar cada vez menos e desaparece. Se continuar fala com o pediatra.
Em relação às chapadas, não deixas mesmo! Quando ele vos levantar a mão agarra-lhe o braço com força, se o magoares um pouco ele vai sentir isso como consequência da sua atitude. Senta-o de castigo se insisitir. E sim, vai tentar rir, brincar, gozar...ignora mesmo!

Nota: eu leio-te, não nos conhecemos e apenas opino porque já passei por situações semelhantes! E sim, falar é fácil! Também tenho um casal de gémeos que vão estão quase a fazer 7 anos.

Definitivamente São Dois disse...

Obrigada às duas!
E Lena, não nos conhecermos interessa! Quando escrevo, não me dirijo apenas a quem me conhece! E agradeço os contributos :)
Beijinho

A mãe da Ervilha disse...

Olá sarita.

A leonor houve uma fase que começou a bater. A primeira vez que o fez a mim apanhou de imediato igual. Nunca mais o fez. Pode não ser o correcto e provávelmente não é, mas ali funcionou. Continuou a bater no pai até que eu me zanguei e lhe dei uma palmada na mão... nunca mais bateu no pai também.
Quanto às cabeçadas, normalemnete são para chamar a atenção. Não passei pela experiencia. Uma amiga minha cuja filha fazia isso começou a dizer bate com mais força e ela acabou por parar, mas era mais crescida que o Daniel.
Acho que as birras podem também ter a ver com o facto de ele querer fazer o mesmo que a irmã (andar etc) e não conseguir ainda.
A leonor passou por uma fase de birras muito grande com essa idade e o que fizemos foi ignorar. Ficava a bater com os pés, deitava-se no chão ao pé de nós e nós passavamos por cima dela e continuavamos a fazer o que estavamos a fazer.
Eu chegava ao fim do dia e tomava um brufen600, mas ela acabou por perceber que não ia a lado nenhum fazendo birra.
Não sei se é de grande ajuda o que acabei de escrever, mas... fica o meu testemunho.
Beijo grande.

Definitivamente São Dois disse...

Raquel, já me fartei de rir com o que escreveste! Vejo-te tão bem a fazer isso tudo à Leonor! :) és tão parecida comigo! :) obrigada querida!! Sinto-me mais tranquila por saber que há mais quem tenha sofrido do mesmo mal :)
Beijinho